segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Instituto Pró Visão: Leilão
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Instituto Pró Visão:
025 - Lúcia DaCosta (ARREMATADO)
A cadeira de ba...: 025 - Lúcia DaCosta (ARREMATADO) A cadeira de balanço 60 x 50 cm Fotografia Digital 2008
025 - Lúcia DaCosta (ARREMATADO)
A cadeira de ba...: 025 - Lúcia DaCosta (ARREMATADO) A cadeira de balanço 60 x 50 cm Fotografia Digital 2008
quinta-feira, 14 de julho de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 25 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Sobre o trabalho de Lúcia Dacosta
A razão,
a intuição,
a superfície,
e o desenho...
Nos espaços já super ocupados, nas imagens que inundam a visão do homem contemporâneo, a artista se detém na colagem como meio de transformar, manipular o já existente.
A colagem foi utilizada pelos modernos e chama atenção para o fato de que inserir algo do mundo na pintura, colando recortes ou até mesmo objetos na tela, leva o artista a interferir no tempo e no espaço, trazendo algo do momento vivido, recriando a arte. A Arte Moderna passou a absorver objetos do mundo para fazer parte deste.
Em seu processo criativo, Lúcia esvazia as imagens de seus significados ao manipulá-las digitalmente e, ao tentar relocá-las no mundo se importa em deixar dúvidas quanto ao procedimento do trabalho: colagem, serigrafia, fotografia?
Interessa pensar a imagem, exteriorizá-la a partir de uma compulsão de manipulações (do latim manipulare: preparar com a mão, imprimir forma a alguma coisa com a mão, controlar...), não deixar pistas, emendas, mas imagens únicas num contexto de incertezas, de possibilidades infinitas do mundo contemporâneo.
Tendo o desenho como guia na montagem das imagens, ora geométricos, quando digitalmente trabalhado; ora com o lápis na mão, interferindo diretamente em fotografias digitalizadas, "porque o desenho pode ir além dele" (palavras da artista) - expõe pensamentos complexos, aqueles que não conseguimos verbalizar.
Nas colagens digitais, a ferramenta (o computador) não necessita mais da mão que cola sobre papel, apenas de toques com a ponta dos dedos sobre teclas para transformar imagens em imagem, uma única superfície, pois as camadas das colagem se dissolvem, desaparecendo. Afinal, a ilusão é o real.
Célia Cotrim (julho de 2010)
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